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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

É que...


Um sorriso que mostras, uma palavra que soltas e um olhar que entregas e prendes.

Um desconhecido que para ti parece nulo, um Cabaret que te é indiferente e uma alma que pareces desprezar.

Um abraço que roubas e a atenção dos dias que atrais. E páro. Porque me fazes parar e estar só. Não é o só de solidão. É só o sentimento que me arranca o incógnito a que dás forma.

És um mistério a que a realidade só dá respostas confusas e indefinidas. Querias saber a verdade para entender o porquê do quê?


Compreende que não vou sequer tentar evitar. Amanhã é outro dia. Mas o hoje ainda não acabou. Por seres única é que...


Ankyr Jad Lwr

sábado, 24 de janeiro de 2009

Não.

Muitas vezes é complicadíssimo revelar. Não basta dizer, nem tão pouco ultrapassar a dura tarefa de encontrar palavras para explicar aquilo que nem consegues definir, nem mesmo desvendar no meio da tua mente. Vais ver que é quase impossível encontrar a definição do ser que só sabes que existe, se é que tens essa noção.






Mas e se não for um ser? Nem sei. O desconhecido é tão palpável como o medo de o conhecer, a dura resposta que esclarece o mito de que o ar não me mata porque "apenas" me faz sofrer. A alergia que parece surgir no ar é nula. O problema não é o ar: sou eu. O ponto de interrogação que surge dá cabo dos romances encarados num café das metrópoles mundanas.


A-CA-BOU e deixa-me estar farto porque és responsável pelo prazer que pareces ter em desagradar quem vive. Obrigado pelo ponto onde cheguei. Esse ponto sei que surgiu e que a história não fica por aqui. Dá-me tempo para te fazer perceber isso; mas rápido que tenho pressa - não de fugir de ti, que não quero, de fugir do mundo - é ele que não me quer.






Ankyr Jad Lwr


Ah, quando percebeste que me apaixonavas, era verdade.